Incêndio News

Explosão no posto de gasolina

 

Um posto de gasolina explodiu na noite desta quarta-feira na Avenida Dom Hélder Câmara, altura de Maria da Graça, na Zona Norte do Rio. De acordo com o 11º Grupamento de Bombeiros (Vila Isabel), seis vítimas foram socorridas pelas equipes enviadas ao local e foram encaminhadas para atendimento médico em unidades de saúde da região.

- Estava distraído quando vi a explosão. Olhei e só vi uma bola de fogo. Saímos todos correndo. Nunca tinha passado por um susto tão grande. Cheguei a ver pessoas correndo com fogo pegando nas costas. Conheço o gerente e frentistas do posto. Parece que estão todos bem, mas ainda não sabemos se mais alguém se feriu com mais gravidade - revelou Leandro Paixão, 43 anos, funcionário do Restaurante Maria José, vizinho ao local.

Na hora da explosão, apenas três funcionários estavam no local. Os trabalhadores já se preparavam para fecha o estabelecimento. Ao menos quatro caminhões do Corpo de Bombeiros estão no local. Ambulâncias também auxiliam no suporte às vítimas. O Centro de Operações Rio informa que os dois sentidos da via estão interditados para ação do Corpo de Bombeiros.

- O mercado estava movimentado na hora da explosão. Os clientes começaram uma correria, muito assustados, e saíram pelo fundo da loja. Pelo depósito. Chegaram a quebrar um vidro da loja - explicou Jorge Luis Souza, de 32 anos, funcionário do mercado vizinho, lembrando que não teve saque nem confusão.

De acordo com as primeiras informações, três pessoas foram levemente feridas e levadas para o Hospital Salgado Filho.

- A primeira explosão foi a mais forte. Apagou a luz de tudo. Busquei meus filhos e fui para o fundo de casa. Tive muito medo. Só vi que era o posto depois. Fiquei com ainda mais medo de ter uma explosão maior. Ainda tiveram outras duas explosões, mais baixas - contou Patrícia Razoni, de 35 anos, que morava próximo ao posto.

Por volta das 21h30, o fogo da explosão havia sido controlado. Os bombeiros atuavam na construção vizinha ao posto, uma loja de piscina, que pode ter sido abalada. O posto é cercado também por um estacionamento e um restaurante.

Fonte: http://extra.globo.com/noticias/posto-de-gasolina-explode-na-avenida-dom-helder-camara-17385754.html


 

Incêndio na boate Kiss resultou na morte de 242 pessoas (Foto: Estêvão Pires/G1)

 

Mais de dois anos e sete meses depois da tragédia que vitimou 242 pessoas, a Justiça do Rio Grande do Sul condenou nesta terça-feira (1º) o primeiro réu no processo criminal sobre o incêndio na boate Kiss, em Santa Maria. O major Gerson da Rosa Pereira, ex-chefe do Estado Maior do 4º Comando Regional do Corpo de Bombeiros, foi condenado a seis meses de detenção.

A punição foi divulgada nesta terça pelo juiz Ulysses Louzada, responsável pelo caso. A pena pode ser convertida em prestação de serviços à comunidade, mas a defesa do major informou que vai recorrer da decisão.

O militar foi condenado pelo crime de fraude processual. Segundo a denúncia do Ministério Público, nos dias seguintes à tragédia, ele e sargento Renan Severo Berleze inseriram, no arquivo da boate no Corpo de Bombeiros, documentos que não faziam parte do plano de prevenção contra incêndio da casa noturna.

Em novembro, o bombeiro Renan aceitou a suspensão condicional do processo em troca do pagamento de dois salários mínimos e da obrigação de se apresentar à Justiça a cada três meses durante dois anos. Gerson não aceitou o mesmo acordo, e o processo prosseguiu na Justiça.

Outros processos
Na Justiça Militar, o caso Kiss foi encerrado com a condenação de dois bombeiros e absolvidos de outros seis, em julgamento realizado no início de junho. Outros processos contra pessoas apontadas como responsáveis pela tragédia ainda estão em andamento na Justiça Estadual.

Na esfera cível, quatro bombeiros ainda respondem por improbidade administrativa. Uma ação coletiva movida pela Defensoria Pública também está em andamento e busca indenização para os familiares das vítimas.

Na esfera criminal, são mais dois processos. Um deles apura os crimes de falsidade ideológica, fraude processual e falso testemunho e tem mais de 40 réus. São sócios da boate, familiares e pessoas que fraudaram documentos que permitiram a abertura da boate.

O principal processo trata dos crimes de homicídio doloso e tentativas de homicídio. São quatro réus: os sócios da boate Elissandro Spohr e Mauro Hoffmann, além de dois integrantes da banda Gurizada Fandangueira, o vocalista Marcelo de Jesus dos Santos e o funcionário Luciano Bonilha Leão. Não há previsão para o julgamento.

Entenda

O incêndio na boate Kiss, em Santa Maria, ocorreu na madrugada do dia 27 de janeiro de 2013. A tragédia matou 242 pessoas, sendo a maioria por asfixia, e deixou mais de 630 feridos. O fogo teve início durante uma apresentação da banda Gurizada Fandangueira e se espalhou rapidamente pela casa noturna, localizada na Rua dos Andradas, 1.925.

O local tinha capacidade para 691 pessoas, mas a suspeita é que mais de 800 estivessem no interior do estabelecimento. Os principais fatores que contribuíram para a tragédia, segundo a polícia, foram: o material empregado para isolamento acústico (espuma irregular), uso de sinalizador em ambiente fechado, saída única, indício de superlotação, falhas no extintor e exaustão de ar inadequada.

Foram abertos processos criminais contra oito réus, sendo quatro por homicídio doloso (quando há intenção de matar) e tentativa de homicídio, e os outros quatro por falso testemunho e fraude processual. Os trabalhos estão sendo conduzidos pelo juiz Ulysses Fonseca Louzada. Oito bombeiros foram julgados na Justiça Militar: dois foram condenados e seis absolvidos.

Entre as pessoas que respondem por homicídio doloso, na modalidade de "dolo eventual", estão os sócios da boate Kiss, Elissandro Spohr (Kiko) e Mauro Hoffmann, além de dois integrantes da banda Gurizada Fandangueira, o vocalista Marcelo de Jesus dos Santos e o funcionário Luciano Bonilha Leão. Os quatro chegaram a ser presos nos dias seguintes ao incêndio, mas a Justiça concedeu liberdade provisória a eles em maio de 2013.

Atualmente, o processo criminal ainda está em fase de instrução. Após ouvir mais de 100 pessoas arroladas como vítimas, a Justiça está em fase de recolher depoimentos das testemunhas. As testemunhas de acusação já foram ouvidas e agora são ouvidas as testemunhas de defesa. Os réus serão os últimos a falar. Quando essa fase for finalizada, Louzada deverá fazer a pronúncia, que é considerada uma etapa intermediária do processo.

No dia 5 de dezembro de 2014, o Ministério Público (MP) denunciou 43 pessoas por crimes como falsidade ideológica, fraude processual e falso testemunho. Essas  denúncias tiveram como base o inquérito policial que investigou a falsificação de assinaturas e outros documentos para permitir a abertura da boate junto à prefeitura.

Fonte: http://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/noticia/2015/09/bombeiro-e-o-primeiro-condenado-no-processo-criminal-da-boate-kiss.html

 

Um incêndio atingiu o edifício residencial Ouro Verde, na região leste da capital, na tarde desta sexta-feira (10). A informação chegou após o comandante Hamilton interromper a programação com um link urgente.

Segundo Hamilton, moradores passaram por dificuldades ao tentar deixar local por conta da fumaça e interrupção do funcionamento dos elevadores .

Muitas pessoas inalaram grande quantidade de fumaça que chegou aos apartamentos pelos elevadores e escadas, de acordo com Hamilton.

O Cidade Alerta recebeu o telefonema do morador César, do 13º andar. Segundo ele, o fogo começou no primeiro andar.

Carros e homens do Corpo de Bombeiros prestaram os primeiros socorros no local. Uma senhora caiu nas escadas de incêndio. Ela foi imobilizada e levada ao hospital.

Até o momento, não se sabe a causa do acidente.

 

Fonte: http://noticias.r7.com/cidade-alerta/fotos/incendio-atinge-predio-residencial-na-zona-leste-de-sp-11072015#!/foto/1

Em 2013 a maior tragédia envolvendo fogo no Brasil aconteceu. Na boate Kiss, no Rio Grande do Sul,  242 pessoas morreram devido a um incêndio. Mas não foi só o fogo que matou aquelas pessoas.

A falta de iluminação de emergência, de ventilação adequada, de extintores e a obstrução da rota de saída com certeza foram preponderantes para que tantas mortes ocorressem ao mesmo tempo.

E uma situação dessas não é restrita a casas de show, bares e restaurantes. Qualquer condomínio está sujeito a ter que lidar com um incêndio. Casos do tipo em edifícios residenciais são mais frequentes do que se imagina.

É por isso que em diversos estados se pede um AVCB (Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros), ou documento similar. No Rio de Janeiro esse documento é mais conhecido como Certificado de Aprovação do Corpo de Bombeiros.

Essa vistoria prova que o condomínio está em dia com diversas obrigações de segurança. E é com um conjunto de documentos que se começa a caminhar rumo ao AVCB ou Certificado de Aprovação.


Veja abaixo quais itens devem estar em dia para se obter o laudo

  • Atestado de brigada de incêndio em dia: é aquela capacitação que o condomínio deve oferecer periodicamente e que, na prática, infelizmente, não é muito frequentada.
  • ART de pára-raios: a medição ôhmica do aparelho deve ser feita anualmente por força de lei – é, aliás, um elemento importante para se receber seguro em caso de sinistro.
  • ART Instalação de gás: para saber se a tubulação não apresenta vazamentos e se está funcionando a contento
  • Abrangência do grupo gerador: atestado que comprova que o aparelho do condomínio funciona corretamente
  • Atestado da escada pressurizada: os condomínios que contam com esse sistema devem ter o mesmo em dia
  • Laudo elétrico: documento que atesta boas condições das instalações elétricas do condomínio
  • Atestado de sistemas de combate ao incêndio: Itens de segurança como hidrantes, extintores, corrimãos, sinalização de emergência, portas corta-fogo, etc.
  • CMAR (Controle de Materiais de Acabamento e Revestimento): para atestar que carpete, tintas e materiais utilizados no condomínio são anti-fogo


Por que pode sair caro?

Como se pode ver, a lista é longa. E realmente o AVCB fica caro, principalmente para quem nunca teve esse documento em dia desde a construção do condomínio.

Atestados
Por Lei, a renovação desses atestados deve ser anual. Em São Paulo, cada documento atualizado sai na faixa de R$ 400 a R$ 600.

Taxa de vistoria
Além dos atestados, os condomínios devem arcar com o custo da vistoria do Corpo dos Bombeiros. Cada corporação tem a liberdade de cobrar sua taxa. Em São Paulo, ela se chama FEPOM (Fundo Especial da Polícia Militar) e depende da metragem de cada condomínio. Ela inclui duas visitas, para que o condomínio consiga estar de acordo com as determinações da lei.

Pré-vistoria
Mas antes de chamar o Corpo de Bombeiros, muitos condomínios investem nas empresas que fazem a pré-vistoria no local, apontando as mudanças a serem feitas.

O serviço contratado detecta as falhas de segurança contra fogo no condomínio e dá o caminho para regularizar a situação. Além de apontar onde estão os erros, essas empresas também executam as alterações. Vale lembrar que essas prestadoras devem sempre contar com um engenheiro para assinar as ARTs (Anotação de Responsabilidade Técnica).

Alterações necessárias
Os custos com as adequações vão depender de cada caso, se haverá mudanças estruturais ou não, reformas, etc.

Projeto técnico
Outro item que pode se tornar caro para o condomínio é a execução de um projeto técnico. Esse documento é geralmente elaborado quando o condomínio é construído, mas se perde ao longo do tempo – principalmente se o local não renovou o seu AVCB por muito tempo. Nele constam informações como os locais onde os equipamentos contra o fogo devem ficar.

Uma empresa conceituada, dependendo das alterações a serem feitas, pode cobrar mais de R$ 6 mil apenas para elaboração deste projeto. Geralmente as próprias prestadoras de serviço que fazem a pré-vistoria também elaboram esse tipo de documento.

“Nos empreendimentos onde atuo, providencio os atestados, certidões e ARTs anualmente. Dessa forma, quando chega o momento de renovar o AVCB está tudo certo e não fica caro”, ensina o síndico profissional Nilton Savieto.

Responsabilidade X investimento

Apesar de representar um grande investimento, é de extrema importância que os síndicos tenham a consciência da importância de se ter o AVCB em dia.

É importante frisar que a principal questão aqui não é financeira. Afinal, se o condomínio sofrer um sinistro, como um incêndio, além de colocar em risco todos os moradores, pode ter dificuldades para o recebimento do dinheiro do seguro por não estar com a documentação em dia.

Outro ponto é que o síndico pode responder civil e criminalmente, caso aconteça uma morte ou algo mais trágico.

Para Luciano França Loureiro, da Ahso/Fix, empresa de pré-vistoria, houve um aumento significativo na demanda de dois anos para cá – tanto no número de clientes fazendo seu primeiro contato, como daqueles que estão renovando o documento novamente pela empresa.

“Depois do desastre da boate Kiss, muita gente percebeu que um incêndio pode acontecer em qualquer lugar. Isso abriu os olhos dos síndicos”.


Principais correções

Os especialistas ouvidos elencaram as principais falhas no combate contra incêndios nos condomínios. Veja:

  • Luz de emergência: muitas vezes o condomínio não checa se esse sistema está funcionando corretamente. Então, algum problema só é detectado quando a luz de emergência é utilizada.
  • Roubo de itens: partes do hidrante são subtraídas por moradores ou visitantes. Para evitar que se passem meses sem que se saiba do problema, o zelador deve fazer uma vistoria semanal nos equipamentos, para que a reposição dos itens aconteça o mais rápido possível. A instalação de câmeras em pontos estratégicos também ajuda nesta questão.
  • Mangueira curta: às vezes, ao fazer a reposição do equipamento, para economizar, compra-se uma mangueira com metragem inferior à necessária
  • Corrimão: atualmente os corrimãos devem começar e terminar nas paredes, evitando assim que num momento de tumultuo as pessoas se machuquem
  • Porta corta-fogo: o equipamento deve se fechar inteiramente. O defeito mais comum é a mola defeituosa, fácil de trocar.
  • Obstrução das rotas de fuga: lixeiras e outros itens como bicicletas e mobiliário não devem ficar na escada de emergência


Como se pode ver, os casos mais comuns de inadequação com a norma não são economicamente inviáveis. Muitas vezes, o problema é ter de realizar todas essas melhorias de uma só vez, em um curto espaço de tempo – aí sim pode impactar negativamente nas finanças do condomínio.

Mas realmente há muitos casos de condomínios que ficaram para trás e que para renovar o AVCB precisarão de inúmeras reformas – algumas até estruturais.

“Um dos nossos clientes estava com o AVCB vencido já há muitos anos. Agora estão gastando bastante para adequar as instalações. Até tubulação de gás estão colocando”, conta Gilberto Vespúcio, sócio da administradora GW.


Diferenças regionais

A periodicidade correta para renovar o AVCB depende de cada estado. Em São Paulo, os AVCBs emitidos esse ano estão com prazo de vencimento de cinco anos.

Porém, a média nos outros estados, como Minas Gerais e Rio de Janeiro é de três anos. Estados como Bahia e Rio Grande do Sul estão ajustando sua legislação para atender de maneira mais segura os condomínios.

Em Santa Catarina, o condomínio pode solicitar a vistoria anualmente.

Mesmo com períodos diferentes é importante notar que os itens averiguados pelo Corpo de Bombeiros na vistoria devem seguir normas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas).

Esses regramentos não são leis, mas servem como um parâmetro a ser considerado pelo síndico no tocante a manutenção do condomínio.

Fiscalização

Na grande maioria dos casos, o Corpo de Bombeiros não consegue fiscalizar ativamente os condomínios de todo o país. Quando eles "aparecem" para uma vistoria surpresa é porque receberam uma denúncia.

A multa vai depender de como estão os equipamentos de segurança contra fogo do condomínio. Geralmente o condomínio também recebe um prazo para corrigir as eventuais não conformidades dos seus itens de segurança

Fonte: http://www.sindiconet.com.br/7039/Informese/Contra-incendios/Auto-de-Vistoria-do-Corpo-de-Bombeiros-AVCB. Acesso em 24/08/2015.

Incênido de grandes proporções atinge fábrica de enfeites natalinos em Taboão da Serra-SP.

O fogo no prédio da empresa na avenida Laurita Ortega Mari começou à 1h15 e foi controlado por cerca de 15 equipes do Corpo de Bombeiros de Taboão da Serra e de São Paulo.

Durante o incêndio, ruas de acesso à fábrica foram interditadas para facilitar o trabalho dos bombeiros. Moradores da região chegaram a deixar as casas próximas à fábrica por segurança.

Por volta das 4h30, os bombeiros permaneciam no local fazendo o trabalho de rescaldo para evitar o surgimento de novos focos de fogo.

 

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